Cerca de 30 medicamentos, entre os quais fármacos para tratar a esclerose múltipla, hiperatividade e défice de atenção e alguns tipos de cancro, estão proibidos temporariamente de serem exportados.
A lista divulgada pela Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde (Infarmed) dos fármacos cuja exportação está temporariamente proibida, atualizada este mês, integra um total de 28 medicamentos, entre eles alguns para tratar cancros da bexiga, ovário ou mama, doença arterial periférica, insuficiência cardíaca aguda e alguns psicóticos.
Esta lista inclui os medicamentos em rutura de stock no mês anterior cujo impacto tenha sido considerado médio ou elevado na saúde pública, bem como outros que estejam a ser fornecidos ao abrigo de Autorização de Utilização Excecional (AUE).
A suspensão da exportação destina-se a assegurar o abastecimento do mercado nacional e aplica-se a todos os intervenientes do circuito, incluindo aos fabricantes.
O Infarmed, segundo a Lusa, monitoriza diariamente a informação sobre as faltas, as ruturas e as cessações de comercialização, para identificar e evitar situações críticas que possam afetar a disponibilidade dos medicamentos.




