Vice-Presidente da APIFARMA acredita que “quadro legislativo europeu” contribui “para melhor acesso dos doentes ao medicamento” 359

Filipa Costa, vice-presidente da Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica (APIFARMA), considera que “todo o quadro legislativo europeu pode contribuir para um melhor acesso dos doentes ao medicamento e para colocar a Europa na liderança global da I&D (Innovation and Development)”.

“Saibamos aproveitar, quebrando duplicações, agilizando processos, confiando na evidência e valorizando o valor acrescentado que a inovação traz para toda a sociedade”, afirmou, na XI reunião anual da Revista Portuguesa de Farmacoterapia, que se realizou a 23 de junho em Lisboa.

Em comunicado, a APIFARMA explica que “a Comissão Europeia pretende que esta Estratégica Farmacêutica para a Europa seja o garante da diversificação das cadeias de abastecimento, da melhoria da capacidade de inovação desta indústria e de um acesso equitativo e comportável a medicamentos para os cidadãos”.

Todavia, “tem recebido alertas da indústria farmacêutica europeia de que a Europa pode perder em capacidade industrial e em atratividade de investimento se decidir flexibilizar a proteção da propriedade industrial. Ou seja, o fim da proteção das patentes terá o efeito contrário ao pretendido por esta estratégia da Comissão Europeia”.

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