
A Casa Branca negou terça-feira que o presidente, Donald Trump, tenha tido acesso a um medicamento não autorizado para emagrecer de uma farmacêutica americana, como teria indicado uma revista especializada em saúde.
O subsecretário de imprensa da Casa Branca, Kush Desai, negou o facto e colocou em dúvida a credibilidade da STAT, uma revista especializada em reportagens de saúde, que publicou um artigo garantindo que a farmacêutica Eli Lilly forneceu um medicamento extraordinário a um paciente com as características do presidente dos EUA.
Segundo a STAT, a Eli Lilly e a Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA) permitiram que uma pessoa tivesse acesso ao medicamento através do programa de “uso compassivo” desta última, que permite aos pacientes acederem a tratamentos experimentais se tiverem problemas médicos que coloquem a sua vida em perigo imediato.
A STAT declarou, de acordo com a Lusa, que consultou a Casa Branca, o Departamento de Saúde e Serviços Humanos (HHS) e a Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA) para saber se o pedido era para Trump, mas não recebeu respostas diretas.
Desai descreveu a jornalista Lizzy Lawrence, autora da reportagem, como uma “escritora de fofocas”, para negar as acusações contra Trump.
A saúde do presidente tem sido objeto de atenção pública nos últimos meses, especialmente depois de se notar uma perda de peso.
No relatório médico divulgado pela Casa Branca em maio, o médico presidencial indicou que Trump goza de um “excelente estado de saúde”, atribuindo a sua perda de peso a mudanças na dieta e atividade física, e afirmou que está totalmente apto para exercer a Presidência.




