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Ébola: Fundação Bill e Melinda Gates doa 4,54ME para investigação

19 de novembro de 2014

A Fundação Bill e Melinda Gates anunciou ontem uma ajuda de 5,7 milhões de dólares (4,54 milhões de euros) para a investigação de uma vacina contra o Ébola que seria produzida a partir de plasma de sangue de sobreviventes da doença.

A Fundação, que patrocina inúmeros projetos contra a pobreza e doenças no terceiro mundo, anunciou o donativo nos Estados Unidos através de um comunicado, citado pela “Lusa”, em que salienta que o objetivo é procurar um tratamento eficaz que possa ser desenvolvido rapidamente.

Os dadores, sobreviventes da doença, seriam submetidos a análises de sangue para determinar que não possuem qualquer resquício de Ébola ou outras doenças.

Depois, o plasma seria separado para estudo e investigação da sua utilização como potencial cura.

Jovem sem sintomas colocado de quarentena por ainda apresentar testes positivos

O Governo indiano colocou de quarentena um jovem que conseguiu curar-se do vírus Ébola na Libéria e que testou negativo em amostras de sangue à chegada a Nova Deli, apesar de ter registado testes positivos ao sémen, informaram fontes oficiais.

O homem, de 26 anos, permanece isolado no Centro de Quarentena da Organização de Saúde do aeroporto da capital indiana, onde chegou procedente de África a 10 de novembro, revelou o Ministério da Saúde num comunicado, citado pela “Lusa”, publicado na página do Governo na Internet.

Segundo a comunicação oficial, foram efetuadas três análises de sangue ao homem que deram negativo, o que o daria como curado do Ébola segundo as normas de diagnóstico da Organização Mundial de Saúde.

«No entanto, como foi reportado em outubro, o vírus poderia continuar positivo em secreções de urina e sémen durante um período mais prolongado», acrescentou o departamento sanitário.

Apesar de não apresentar sintomas de Ébola, o jovem vai permanecer de quarentena até que os seus fluídos corporais testem negativo, já que poderia transmitir a doença pela via sexual até 90 dias depois de ter sido declarado clinicamente livre do Ébola.

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