Trabalhadores da saúde cumprem hoje um dia de greve para exigir “o fim do abuso” de jornadas de trabalho de 14 e 16 horas e um subsídio de risco para técnicos auxiliares, entre outras reivindicações.
A paralisação vigora entre as 00:00 e as 24:00 e foi convocada pelo Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Serviços e de Entidades com Fins Públicos (STTS).
O sindicato exige a contratação de pessoal, para que cesse a “exploração da precariedade laboral”, e acusa as Unidades Locais de Saúde (ULS) de “incumprimento reiterado” das obrigações legais decorrentes do sistema de avaliação de desempenho, com reflexos nas progressões na carreira.
São abrangidos pelo pré-aviso de greve auxiliares de saúde, assistentes técnicos e operacionais, que pretendem igualdade de tratamento com outras carreiras.
Os trabalhadores reclamam a reposição de pontos no âmbito do sistema de avaliação de desempenho (SIADAP) e o cumprimento das percentagens para as classificações que permitem a progressão profissional, já que, segundo o sindicato, estas normas não estão a ser cumpridas e resultam, na prática, no congelamento de carreiras.




