A atual geração de crianças pode viver menos tempo do que os seus pais, o que acontecerá pela primeira vez na história, alertou ontem a Sociedade Portuguesa de Cardiologia, no dia em que assinala os seus 65 anos.
A atual geração de crianças pode viver menos tempo do que os seus pais, o que acontecerá pela primeira vez na história, alertou ontem a Sociedade Portuguesa de Cardiologia, no dia em que assinala os seus 65 anos.
Os hospitais continuam a encerrar camas sem haver ainda um mapa nacional para a reorganização da rede hospitalar.
O bastonário da Ordem dos Médicos negou ontem razões sindicalistas no apoio à greve dos médicos e disse que o que faz está previsto nos estatutos deste organismo, nomeadamente defender a saúde, os doentes e o setor.
O conselho de administração do Hospital São João vai ser ouvido no parlamento na terça-feira, no resultado de um requerimento potestativo do PS para ouvir os responsáveis.
O ministro da Saúde disse hoje que não pretende que a greve dos médicos se repita, sublinhando os efeitos adversos da paralisação nos utentes do Serviço Nacional de Saúde (SNS).
O ministro da Saúde, Paulo Macedo, disse ontem, em Portalegre, não compreender a greve dos médicos, considerando que a situação «não é construtiva» para o país, que saiu recentemente de uma situação de emergência económico-financeira.
A Federação Nacional dos Médicos (FNAM) garantiu, na sexta-feira, que não volta atrás na greve e admitiu endurecer a luta se o Governo mantiver a «lei da rolha» e as políticas de degradação do Serviço Nacional de Saúde (SNS).
A Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF) está solidária com a greve dos médicos, agendada para terça-feira e quarta-feira, por compreender os motivos do protesto convocado pela Federação Nacional dos Médicos (FNAM).
Fleming Ornskovk, CEO da Shire, declarou, segundo o “Wall Street Journal”, que as recentes ofertas não solicitadas por parte da AbbVie «travaram-nos» de perseguir «uma série de grandes oportunidades».
O Observatório Português dos Sistemas de Saúde (OPSS) acusa o Ministério de estar em «silêncio» e «negação» face aos «evidentes» efeitos negativos da crise na saúde, criticando a ausência de estudos que os monitorizem e de medidas que os minimizem.