Uma revisão sistemática e meta-análise recente publicada na revista The Lancet Obstetrics, Gynaecology, & Women’s Health não encontrou evidências de que o uso de paracetamol nas doses recomendadas durante a gravidez aumente o risco de transtorno do espectro autista, transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) ou deficiência intelectual em crianças.
Esta revisão corrobora, segundo informa a Agência Europeia de Medicamentos (EMA), no seu portal, as evidências existentes e as recomendações emitidas pela agência sobre o uso de paracetamol durante a gravidez.
Na União Europeia (UE), o paracetamol (também conhecido como acetaminofeno) pode ser utilizado para reduzir a dor ou a febre durante a gravidez, se clinicamente necessário. “Atualmente, não há novas evidências que exijam alterações às recomendações atuais da UE para o seu uso.
Conforme incluído nas informações do produto para o paracetamol na UE, uma grande quantidade de dados de mulheres grávidas que utilizaram paracetamol durante a gravidez indica que não há risco de malformações no feto em desenvolvimento ou em recém-nascidos”, reforça a EMA.




