Internistas e a abordagem na fase aguda do AVC 214

O Núcleo de Estudos da Doença Vascular Cerebral (NEDVC) da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI) vai realizar, nos dias 6 e 7 de março no Porto, o “Curso de Abordagem na fase aguda do Acidente Vascular Cerebral”.

O curso tem como objetivo principal a aquisição de conhecimentos na abordagem e tratamento do doente com acidente vascular cerebral agudo. São pontos chaves desta formação a correta identificação dos doentes com Acidente Vascular Cerebral agudo, o reconhecimento do tratamento mais adequado na fase aguda, a realização de uma apropriada investigação etiológica e a prescrição do melhor tratamento para prevenção secundária.

Pretende-se capacitar os formandos de conhecimentos e ferramentas que lhes permitam: avaliar os doentes com acidente vascular cerebral através do exame neurológico e utilização de escala de NIHSS; reconhecer doentes com indicação para ativação de VVAVC, pré-hospitalar e intra-hospitalar; estabelecer os exames a pedir num doente que integra a VVAVC e ser capaz de interpretar os resultados desses exames; identificar doentes com indicação para tratamento de reperfusão, trombólise e trombectomia; delinear os objetivos do tratamento na fase aguda do doente com AVC isquémico, quer tenha realizado ou não, terapêutica de reperfusão; estabelecer o tratamento de fase aguda no AVC hemorrágico, nomeadamente, hemorragia intraparenquimatosa e hemorragia subaracnoideia e na trombose venosa cerebral; orientar o plano de avaliação etiológica do doente com AVC isquémico, AVC hemorrágico e trombose venosa cerebral, entre outros.

A Doença Vascular Cerebral continua a ser a principal causa de mortalidade e incapacidade permanente em Portugal pelo que é extremamente importante a identificação precoce dos doentes com AVC, no sentido de permitir o acesso rápido a cuidados diferenciados.

As inscrições estão abertas até ao dia 16 de fevereiro no site da SPMI.

Sobre a SPMI
A Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI) é uma das maiores sociedades científicas médicas portuguesas, que congrega os internistas, que são a base do Serviço Nacional de Saúde nos hospitais. Um dos seus maiores desígnios é a divulgação do conhecimento, dirigida aos médicos e à população, no campo muito vasto da Medicina Interna. Para além da Medicina Curativa, quer ser também cada vez mais reconhecida no campo da prevenção da doença e promoção da saúde.

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