Covid-19: Miguel Oliveira doa camisola para leilão solidário para compra de medicamentos 176

O piloto Miguel Oliveira doou uma camisola oficial autografada à Associação Dignitude, para um leilão cujas receitas se destinam a comprar medicamentos para apoiar pessoas que ficaram em situação precária devido à pandemia.

O leilão da camisola do piloto português, vencedor do Grande Prémio de Portugal de MotoGP, decorre até ao dia 26 de abril e para participar basta aceder à plataforma digital eSolidar (https://www.esolidar.com/pt/auction/detail/2509-camisola-oficial-autografada-por-miguel-oliveira) e apresentar a licitação.

“A oferta mais alta ganha uma camisola autografada pelo reconhecido piloto português, ao mesmo tempo que contribuirá para levar saúde a quem mais necessita”, refere a associação em comunicado.

Miguel Oliveira afirma no comunicado que é com “bastante orgulho” que se associa “a uma causa tão nobre como o acesso à saúde para os mais afetados pela pandemia”.

“Num momento tão excecional, é essencial que a palavra de ordem seja solidariedade e todos podemos contribuir e impulsionar iniciativas solidárias que contribuam significativamente para a sociedade. Este é o momento de nos juntarmos e apoiar quem mais precisa”, sublinha Miguel Oliveira.

Em declarações à agência Lusa, Maria de Belém Roseira, embaixadora do projeto, disse que este leilão os “honrou muito”, porque foi uma “oferta personalizada” e as receitas vão reverter para o programa de “Emergência abem: COVID-19”, destinado a ajudar no acesso a medicamentos, produtos e serviços de saúde a pessoas ao mais vulneráveis.

Promovido pela Dignitude, o programa regular da “Emergência abem:” ajuda mais de 20 mil beneficiários”, em parceria com várias entidades, pagando-lhes a parte não comparticipada pelo Estado nos medicamentos.

Os beneficiários podem deslocar-se a uma das 1.000 farmácias associadas e com o seu cartão comprar medicamentos prescritos pelo médico sem pagar nada, disse a antiga ministra da Saúde.

“É essencial para a pessoa continuar a ter uma vida com a doença controlada ou melhorada”, sublinhou, adiantando que cerca de 13% dos beneficiários são crianças.

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