
A Associação Portuguesa de Jovens Farmacêuticos (APJF) vai a votos no próximo dia 13 de fevereiro para o biénio 2026-2027.
A restante equipa reúne jovens das mais diversas áreas de intervenção do farmacêutico – da investigação à prestação de cuidados, do setor público ao privado, da ciência à decisão regulamentar e de políticas de saúde – procurando ser um espelho fiel do papel que todos os dias, por todo o país, a profissão desempenha no ecossistema da saúde em Portugal.
Em comunicado, a Lista sublinha que “num contexto particularmente exigente e de progressiva transformação para o sistema de saúde, com desafios concretos para a profissão e para o setor farmacêutico, a Lista F apresenta-se perante os sócios com o compromisso de reforçar o capital de intervenção que a APJF representa hoje no espaço de discussão e decisão política, ao mesmo tempo aprofundando elos de cooperação, dentro e fora da profissão, para gerar pensamento e abordagens úteis a essa transformação que se antecipa para os próximos anos”. “
“Da prevenção ao medicamento, o farmacêutico é um elemento vital do sistema de saúde e das políticas de saúde pública”, refere João Diogo, no mesmo comunicado, acrescentando que “num momento em que se questiona como nunca a sustentabilidade, agilidade, capacidade do modelo de cuidados que temos, os jovens farmacêuticos devem aproximar-se o mais possível deste debate estrutural e agarrar-se a esse desafio de desenhar um futuro melhor para a Saúde em Portugal”.
A candidatura elenca, no manifesto eleitoral, cinco eixos de intervenção prioritários que irão guiar o trabalho do próximo mandato:
- Continuar a participação ativa dos jovens farmacêuticos nas plataformas relevantes de discussão política e técnica,
- Promover cooperação e parcerias com os diversos atores do ecossistema da saúde,
- Mobilizar a voz interna dos sócios e transformá-la em ação coletiva,
- Impulsionar a APJF enquanto espaço de ideias, debate, inovação e, na base de tudo,
- Sustentar uma forte dinâmica de ouvir quem está no terreno, nos vários contextos geográficos e profissionais, que gere evidência e sustente a intervenção da Associação junto do setor, dos decisores e da sociedade civil.
Procurando dar continuidade ao legado de visão e compromisso setorial que a APJF tem conseguido protagonizar nos últimos anos, João Diogo destaca ainda que “é com grande entusiasmo e orgulho que assumo esta candidatura, ao lado de uma equipa extraordinária, com a ambição clara de trabalhar por uma APJF que seja voz de ação e de mudança concreta”.




