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GSK: «A segurança do doente é a nossa primeira prioridade»

 


9 de março de 2018

Na sequência da suspensão das autorizações de introdução no mercado dos medicamentos com paracetamol de libertação prolongada, a GSK, que detém um dos fármacos em causa, revelou ao portal Netfarma, que a segurança do doente é uma «primeira prioridade» e que continua convencida do «perfil positivo de risco/benefício» da sua formulação de libertação prolongada.

«Ao ser utilizada conforme indicado, oferece aos doentes que sofrem de dor aguda ou crónica uma opção de tratamento com eficácia clinicamente comprovada», avançou a companhia em comunicado, acrescentando que a revisão realizada pela Agência Europeia do Medicamento incidiu «especificamente em situações de sobredosagem» (até 40 vezes a dose diária recomendada).

A GSK admitiu que irá cumprir a recomendação emitida pelo Comité de Avaliação de Risco de Farmacovigilância, retirando do mercado português o seu medicamento com paracetamol de libertação modificada, Panadol Prolong, nos prazos estabelecidos pelo INFARMED.

Segundo a companhia, os doentes que tomem comprimidos de libertação modificada com paracetamol «podem continuar o tratamento com segurança, com os comprimidos remanescentes desde que cumpram com as indicações aprovadas e com a posologia recomendada».