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Governo aprova venda direta ao público dos testes da SIDA e hepatites B e C

 

 

13 de setembro de 2018

As farmácias e parafarmácias vão poder vender testes para o autodiagnóstico das infeções por vírus da SIDA e hepatites B e C, dispensando receita médica, prevê um decreto-lei hoje aprovado em Conselho de Ministros.

De acordo com o comunicado distribuído depois da reunião, a que agência “Lusa” teve acesso, aquele tipo de dispositivos oferece hoje maiores garantias de fiabilidade relativas aos resultados quanto à sua «sensibilidade e especificidade».

Quanto ao preço dos dispositivos, a ministra da Presidência, Maria Manuel Leitão Marques, não adiantou o que está previsto.

O objetivo é «transformar Portugal num país sem infeção epidémica» do vírus da SIDA até 2030 através da promoção da «deteção precoce dos casos» e da diminuição da proporção dos diagnósticos tardios, quebrando o ciclo de transmissões, é sublinhado no comunicado.

A alteração baseia-se nas recomendações da ONU e da Organização Mundial de Saúde «indo ao encontro do que é já praticado» em Espanha, França, Béligca e Itália, lê-se ainda na nota.

A medida entrará em vigor logo após a publicação do diploma em Diário da República, disse à "Lusa" fonte do governo.