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Médico: «Faltam instituições que promovam investigação clínica de uma forma estruturada»

 


12 de outubro de 2017

Apesar da riqueza ao nível dos recursos humanos e da formação de qualidade prestada pelas instituições de ensino, «faltam instituições que promovam investigação clínica de uma forma estruturada», disse Nuno Sousa, presidente da Escola de Medicina da Universidade do Minho, durante o Simpósio pré Congresso Nacional dos Farmacêuticos’17, que decorre hoje, em Lisboa.

No entender deste médico, é necessário também promover a centralidade dos doentes na investigação clínica e criar redes de infra-estruturas sólidas.

A incorporação tecnológica apresenta-se essencial para Nuno Sousa, quando se fala em centros médicos do futuro. Para este médico, o futuro passa não pela prática de uma medicina episódica, mas pela prestação de cuidados de saúde continuados «pro-ativos e integradores, onde os dados clínicos são armazenados para monitorizar as pessoas saudáveis, promovendo a saúde e prevenindo a doença».

O Congresso Nacional dos Farmacêuticos decorre até ao dia 14 de outubro, no Centro de Congressos de Lisboa.

O Portal Netfarma e a revista Farmácia Distribuição são media partners deste evento.

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